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PINCELARTE - AUREA LIMA (BRASIL COLLECTION)
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Aurea Lima - Brasil "Imagens: lembranças de tantas
alegrias através da vida
Amores e aventuras que se foram
como um novêlo de fumaça
Mas que serão contemplados
em um lugar especial
Chamado Eternidade
Onde nunca se envelhece
E não se morre..."

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Barb. Straisand
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Aurea Lima: Medindo 1,59 ms de altura,magicamente transformam-se em gigante sobre os andaimes (ou com as pernas de uma escada) ao preparar um novo trabalho. Quase tela, quase pôster. Quase painel, quase parede. Ou a mistura de tudo isto. De tudo quase um pouco. A miúda artista ganha altura. Metáfora pura. aprendeu a deixar meio "sem-vergonha" aquilo que era tímido. Hoje, aprendeu a lidar com a "arte-espetáculo". Quando sube no andaime e tem gente assistindo, já não se perturbo mais. Pelo contrário, seu lado vaidoso ficou assanhado", confessa a artista plástica Áurea Lima: autodidata, duas filhas, dois netos e uma história intrínseca com a arte que não cabe em ficha nenhuma, em currículo algum. Os traços sempre saíram como brincadeira. Livres em várias bases - da  arte  plástica  . Mas, estas mesmas linhas delinearam outro caminho. Primeiro, o da arquitetura. Curso que não concluiu e foi deixado por conta do novo rumo traçado: o da moda. Era fim dos anos 70 e início dos 80. Rebeldia nas ruas, no guarda-roupa também. "Foi uma época muito criativa porque a roupa era vista sem censura. Era uma espécie de vitrine de ideais", conta puxando o passado pela memória. O convite para o risco que ia para dentro do armário foi feito pela marca jovem chamada Ellus.Trabalhou como gerente de produto, responsável pela pesquisa do rumo da coleção. Não o que era propriamente riscado (o croqui), mas seus traços permeavam entre a criação, a apresentação das coleções e até como estas seriam apresentadas na loja. "Um dia, a moda começou a ficar séria demais para mim, convencional para o mercado. Resolvi pular fora. Meu sonho era viver uma vida "irresponsável" e achei que só a arte me permitiria ser anticonvencional", diz Áurea a justificar o novo traço riscado no papel em branco.

Foi assim que o ateliê, que sempre esteve mantido dentro de casa, começava a ganhar ares mais "profissionais". Mais uma vez, o traço sairia do papel. Agora para ganhar novas bases. Dedicou-se à escultura e a um novo trabalho voltado para o objeto. "Eu me descobri trabalhando em um espaço bem maior que a tela. No retorno à arte, fui parar em painéis, na parede. Descobri o trabalho com a decoração", comenta como a juntar os riscos que já fez aqui e acolá. Nesta época, montou o ateliê com a filha Cláudia Campioni, que já trabalhava com decoração e também com moda. Uniram-se como em linha única. "Conseguíamos botar a mão em um mesmo trabalho", relembra. O sistema era simples. Cada uma começava por um canto do projeto e se encontravam no meio. Perfeito como se fosse possível burlar as leis da geometria e fazer dois mundos (ou duas linhas) paralelas encontrando-se em um ponto comum. Congruência. No começo, a moda ainda lhe puxava para um dedo de prosa. Por entender bem do riscado. Mas, Áurea continuava a fazer risca. Fazia resistência. "Descobri que podia deixar a moda de vez e que poderia viver com algo que realmente gosto. Mesmo que casual, tornei-me profissional da arte", justifica a saída pela tangente como a confirmar que seu risco estava voltado novamente para a arte. E só para ela. Como alguém a lhe dizer: se tem coragem, risque! Ao voltar à mesa do ateliê, confirmou a descoberta de que era uma desenhista. "Meu traço sempre chegou primeiro em qualquer trabalho. Naturalmente, ele é mais forte", convence-se. Apesar de leve e contemporâneo, seu traço tem resquícios de um desenho tradicional. "Apesar de trabalhar com humor, uma quase caricatura, descobri que tinha aprendido realmente a desenhar", afirma sobre a observação do próprio traçado. Mesmo afirmando que "aprendeu a desenhar", Áurea sempre respeitou o que dava errado, insistindo como certo. Destra, treinava a mão esquerda. Mesmo que somente para obter garranchos. Rabiscos puros que lhe renderam um retorno positivo. "Como nada surgia como imposição, o resultado voltou-se ao meu favor", comemora. Tanto que esta mistura em seu traço transformou-se em sua marca registrada. E, mesmo quando tenta fugir do figurativo, não é que aparece uma figurinha (meio que intrometida) nesta história de abstrato. Apesar de morrer de medo de ficar a serviço de séries, suas obras seguem temas que, vez ou outra, acabam se encontrando em um novo trabalho. Não planeja, aparecem. Talvez por sempre estar vasculhando seu arquivo de memórias. Reminiscências. O que já esteve no papel pode virar tela. O que era pequeno pode ganhar grandes dimensões. Tudo se transforma. Não existe receita certa. O importante é manter o ingrediente que se encontra em todas elas: o humor. Bom exemplo são os seus últimos trabalhos que retratam homens de terno e mulheres com "cara de shopping center". Tudo bem humorado,. E claro, com uma boa pitada de informação de moda. "Meus personagens usam Giorgio Armani", conta aos risos. Saudades do passado? "Sim. Meu trabalho é resultado do que acreditava, da atitude, da minha percepção do mundo, enfim do que também era moda para mim", teoriza. O futuro, porém, pode levá-la ao encontro de pessoas que vivem em mundo bem distante e que, com certeza, não usam (e nem sabem que é) Giorgio Armani. Como o poeta cearense Patativa do Assaré e todo o seu mundo sertanejo. Entre figuras comuns e outras com nome e sobrenome, Áurea já pensou em se incluir nesta lista. "Sabia que eu pensei nisto semana passada? Quero me colocar na tela assim como me vejo: divertida, sempre a rir de mim mesma. Ah! Só que com um nariz maior",comenta voltando às gargalhadas, estas tão comuns no meio de qualquer prosa que se tenha com ela. Alguns convites para a exposição destas e outras obras estão sendo estudadas com carinho. Mas, se você quer conhecer alguns de seus trabalhos, como o "Senhor vai à Festa" (nome da tela que retrata pessoas brindando) ou a "Esnobe" (tela com uma mulher bem metida com "cara de shopping center"), estão como pano de fundo dos dois programas apresentados por Amaury Júnior, na Rede Bandeirantes. Mas, não se engane que a telinha é suficiente para esta "pequena" grande artista. Suas telas estão ganhando dimensões cada vez maiores. Assim como no começo de seu trabalho. Telas grandes, com seus personagens quase em tamanho natural. Em lugares também cada vez maiores, quase cenários. Recentemente, fez um trabalho para um espaço da Casa Cor e um painel de 16 metros para uma das unidades do SESC, em São Paulo. Eu não disse que seus 1 metro e 59 centímetros viram, muitas vezes, mais de 15 metros? Se Áurea ainda não se retratou em nenhuma tela. Nem em uma de 1,59 m e nem em uma de 15 metros. Seus trabalhos também vivem à solta pelo mundo. Sem escolher local definido ou proposta presa em moldura fixa. Como a insistir em não querer se eternizar. "Talvez, um dia, alguém queira organizar, analisar e avaliar minha obra. Só sei que eu não quero fazer isso. Aliás, não me lembro nunca de ter traçado algo. A única coisa que planejo é a de ficar velhinha ainda pintando", diz como querendo se fazer entender de que o que mais deseja é continuar a brincar com a tela em branco - sua verdadeira arte.


Algumas obras da Artista
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3 rapazes

tela aperto a mão
montagem para festas

aurelima logo
O que já esteve no papel pode virar tela.
O que era pequeno pode ganhar
novas formas , grandes dimensões.
Tudo se transforma. Não existe receita certa.
O importante é manter o ingrediente que se encontra em todas elas: o humor.
Aurea Lima - Brasil Aters Plasticas
Contato com a Artista : aurea.l@terra.com.br  Site Oficial: Periscópio Info Brasil

Dedico essa Página a Aurea Lima do qual tive o prazer de conhecer
E do qual como todo ser sereno lançar méritos aplausivos
Aos semelhantes de boa vontade que ofertam suas vidas
Ao bem estar da Humanidade

Agradecimentos aos artistas originários das obras
Deixe uma bela e eterna recordação no livro de visitas
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O Mundo jamais se esquecerá de Você.

"Somos parte de um Universo, assim como as estrelas, o Sol, a Lua, a Terra, e
assim, queiramos ou não, a vida segue seu ritmo, como o Criador determinou.
Por isso, devemos nos irmanar, para desfrutarmos de todas benesses e curtirmos
a vida e a liberdade com todo o teor da existência! "
 
  Paz a Humanidade        
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